terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ano novo, Vida nova!!

Começou 2008!

Desejei algumas coisas, como tem sido hábito ao longo dos últimos anos. Agora, resta esperar e ver se algum se realiza...

No namoro, tudo vai bem! Sinto que tenho ao meu lado mais do que um namorado: um amigo e companheiro! Sinto-me bem assim...

A nível profissional, continuo a mendigar o salário que é meu, por direito! Nunca irei entender porque tenho de cumprir horários se na hora do pagamento nem uma palavra nos é dirigida. Ninguém se digna a justificar nada e avisar-nos do atraso! Compreendo que a empresa tenha dificuldades e não consiga cumprir prazos, mas será que custava muito falar connosco?!

Estamos agora em Fevereiro e, na noite de dia 14, vou jantar à Figueira com o meu namorado para celebrar o S. Valentim. Apesar de algum stress, a noite lá vai passando e trocamos as primeiras palavras mais carinhosas: o tão "esperado" "Amo-te!". Cedo demais talvez, mas que provoca aquele calafrio que nos deixa tontas e a querer sempre mais... Como sempre, vou leva-lo a casa para ir também eu, descansar. Espera-me amanhã mais um dia de trabalho, embora não vá continuar por muito tempo na empresa. Tenho outras ambições!

Despedimo-nos e arranco, rumo aos Vieirinhos! O meu telemóvel toca, o que é estranho a esta hora da noite! Mas deve ser o André a mandar mais um beijinho ou a dirigir-me mais umas palavras de carinho! Com um sorriso rasgado, pego no telemóvel e abro a mensagem.

"Cheguei agora a casa. Espero por ti ao pé do café." Que raio vem a ser isso? Vejo o remetente e é mesmo verdade: o André! Na noite de S. Valentim! Para quem seria a mensagem?!

Telefono-lhe para o questionar a esse propósito e começam as mentiras. "Já te enviei essa mensagem à tarde. Só recebeste agora? Deve ser do operador. Não sei!"

Terei um aspecto assim tão ingénuo que ele acredite que eu vá cair nessa história? Que raiva de mim mesma!!! Já passou um ano e continuo sem saber se fiz bem em ligar ou se devia ter agido de outra forma. A versão final é que a mensagem era para um colega com quem combinou ir "fumar uma", e como eu não quis estar com esse casal mais cedo por não estar a gostar dele fumar ganzas, ia fazê-lo nas minhas costas, para não me magoar!

Que estúpida que sou! Porque aceitei essa situação no início?! A partir de agora, nunca mais irei ter paz! Nesta noite, ele promete que vai parar. Diz que sou mais importante que tudo isso e que não me quer perder, mas tenho de perdoá-lo! Depois de algumas horas de pranto, acedo ao seu pedido e comprometo-me a esquecer essa história!

A minha vida nunca mais será a mesma!

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